Atenção! O Deu na mídia está deixando o UOL...Mas não a web! O blog, em busca de mais ferramentas está mudando para outro endereço onde poderá apresentar mais conteúdo em diferentes mídias. O novo endereço é http://deunamidia.com
Escrito por Mourão Paiva às 16h04
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Manchete A Tribuna de Minas (principal "jornalão" de Juiz de Fora-MG), em seu exemplar de hoje, publicou a matéria com o seguinte título: "Donos querem comprar terreno da PJF" O blogueiro confessa que sua leitura não é 100%, ainda mais depois de ter dormido três horas durante a noite, mas convenhamos que ficou estranho. Afinal, ser dono é ser proprietário de algo. Este algo seria então o terreno? Mas o terreno não é da Prefeitura (PJF) ? Enfim, o blogueiro ficou em dúvida. Mas sabemos que a vida de jornalismo diário é pesada, passar batido este tipo de coisa é normal. Para inteirar do assunto: A extinta construtora Encol deixou de herança prédios inacabados e entre eles (literalmente), está um terreno da Prefeitura de Juiz de Fora. Os donos-herdeiros pretendem acabar as edificações, mas precisam comprar a faixa do lote que pertence à PJF. O blog se solidariza com a associação dos proprietários e sabe que o jornal também.
Escrito por Mourão Paiva às 10h21
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Deu no Observatório da Imprensa Vaticano lança canal no YouTube Primeiro foi a vez da rainha da Inglaterra. Agora, o papa Bento 16 oficializa sua entrada no mundo digital com o lançamento de um canal do Vaticano no YouTube, com vídeos das atividades diárias e mensagens do líder da igreja católica. O canal online foi lançado no fim da semana passada com o objetivo de "ajudar a estabelecer relações com os católicos em todo o mundo". Segundo o padre Federico Lombardi, diretor do setor de imprensa e do centro de rádio e televisão do Vaticano, a iniciativa mostra o compromisso da igreja com as novas tecnologias, "para alcançar uma audiência global abrangendo diferentes nacionalidades e culturas". O canal terá áudio e legendas em inglês, espanhol, italiano e alemão. Entre os clipes com mensagens do papa, Bento 16 falará sobre as novas tecnologias na comunicação social – tema escolhido para o Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano. Em um comunicado, a igreja católica afirmou que, apesar de suas tradições, tem consciência de que é possível usar a linguagem e as tecnologias do mundo moderno para disseminar mensagens que ainda são importantes para a sociedade. "O YouTube é uma plataforma de comunicação aberta a todos, onde usuários, instituições e geradores de conteúdo se unem em um ponto de encontro global", afirmou Henrique de Castro, diretor de vendas e soluções de mídia do YouTube na Europa. "Ficamos honrados que o Vaticano tenha escolhido usar o sítio para se comunicar com as pessoas em todo o mundo". Isolamento
Mas nem tudo são flores na relação do papa com a internet. Ele afirmou recentemente que sítios de relacionamento como o MySpace e o Facebook podem promover a amizade e a compreensão, mas ao mesmo tempo podem isolar e marginalizar as pessoas. Bento 16 definiu como um "presente" este tipo de página, pois responde a um "desejo fundamental" de comunicação. Ainda assim, o papa completou que o comportamento "obsessivo" diante da internet pode isolar as pessoas das interações do mundo real. Informações de Mark Sweney [Guardian.co.uk, 23/1/09] e da AP [23/1/09].
Escrito por Mourão Paiva às 00h38
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Continuando a polêmica Battisti ... 
Foto: Roberto Castro Este blog publicou a parte da newsletter da Revista Veja (26) que tratava do caso Battisti. Agora, ouvindo os outros lados - a da concorrente ISTOÉ e do acusado de ser "terrorista" - publica-se parte da entrevista com o italiano. Só como aperitivo, uma das perguntas: ISTOÉ - O sr. matou alguém? Battisti - Eu nunca matei ninguém. Eu nunca fui um militante militar em nenhuma organização. Nem na Frente Ampla nem nos PAC, onde fiquei dois anos, entre 1976 e 1978. Saí dos PAC em maio de 1978, depois da morte de Aldo Moro (o ex-primeiro-ministro da Itália sequestrado e morto pelas Brigadas Vermelhas). Na época, milhares de militantes abandonaram os movimentos de luta armada. Foi um momento de debate muito importante na Itália. Mais no site: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2047/cesare-battisti-por-que-tudo-isso-comigo-124312-1.htm O Deu na mídia não entra em defesa de Batttisti nem apóia essa ou aquela revista semanal, mas é bom lembrarmos que afirmações devem ser utilizadas com cuidado
Escrito por Mourão Paiva às 12h29
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Google e Pollock 
Hoje, dia 28 de janeiro, seria aniversário de Jackson Pollock, pintor norteamericano que revolucionou (qual grande artista não revolucionou algo em sua época?) a pintura e é tido, por alguns, como o primeiro grande pintor abstrato dos EUA. Talvez por isso a página da Google colocou, no lugar de sua logo, um quadro do pintor. A ação da Google além de ser uma atitude de atrair clientes que se identificam com Pollock e artes em geral (o blogueiro, apaixonado por arte) é também, de certa forma, uma atitude de respeito.  Monroe Gallery Para conhecer mais do pintor, "linkque": www.google.com PS: Este blog não é patrocinado pela Google! >>
Escrito por Mourão Paiva às 13h02
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Bateu-se o martelo e ponto 
A revista Veja desta semana, em sua newsletter, mandou a seguinte mensagem: "É definitiva a investigação jornalística que a repórter de VEJA Laura Diniz fez sobre os antecedentes do italiano Cesare Battisti, merecedor do status de refugiado político no Brasil por decisão de Tarso Genro, ministro da Justiça. VEJA havia dado crédito a Genro na Carta ao Leitor da última edição, sugerindo que ele poderia estar certo em sua decisão. Depois da reportagem de Laura, que analisou os processos contra Battisti na Itália e na França e falou com os magistrados responsáveis, só nos resta uma conclusão: Battisti matou, feriu e roubou. É terrorista." Pronto, não há defesa alguma. Êta jornalismo. 
Escrito por Mourão Paiva às 16h07
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Ele é a bola da vez
Ricardo Stucker/PR
Corintiano, torcedor e presidente. Alguns dos termos que cabem junto do nome do presidente LuLa.
Ele é o entrevistado do programa da ESPN Brasil, Bola da Vez sábado às 22:30.
A equipe do canal, com a entrevista, terá a chance de provar mais uma vez a competência da BOA imprensa esportiva que existe no país e que a "turma do Trajano" representa bem.
A ESPN Brasil é, talvez, o maior e melhor exemplo desta imprensa que não permite nem dá motivos para resmungos de profissionais do esporte, cartolas ou políticos.
Para Lula, o programa gravado na quarta parece ser a chance de convencer que o pós-Pan do Rio 2007 não é um desastre completo ou parcial e de defender a copa de 2014 e o projeto das Olimpíadas de 2016.
Para saber mais, é só linkar no blog do PVC, um dos entrevistadores nesta edição do Bola da Vez junto com João Paulomino e Heuvídio Mattos.
Escrito por Mourão Paiva às 12h22
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Obama e a 'Era da Responsabilidade'
Texto cedido por Fernando Canzian, colunista da Folha nos EUA.
Logo depois de chegar aos EUA, em 1969, Cristopher Hammer, hoje com 66 anos, ganhou o apelido de "black jew" (judeu negro). Era assim que os americanos nativos se referiam aos recém chegados imigrantes negros, assim como ele.

Hammer e sua esposa Jucelin/ Fernando Canzian Folha Imagem
O "judeu" era uma maneira preconceituosa dos norte-americanos de indicar que Cristopher e outros imigrantes eram conservadores e muitas vezes avarentos em suas decisões financeiras, um resquício dos tempos difíceis que esses imigrantes viveram antes de chegar à América.
Os americanos, ao contrário, estavam acostumados a dívidas e à rolagem das respectivas quando a coisa apertava. Viviam como a cigarra, mas falavam mal das formigas.
"Com o tempo, também virei um grande gastador, e me endividei como muitos norte-americanos. Agora, aquela expressão que tanto me ofendia traz até uma ponta de orgulho. Quero voltar a ser um 'black jew' daqui em diante", disse Cristopher no Washington Mall, no dia da posse do presidente Barack Obama.
Minutos depois, em seu discurso de posse, Obama afirmou que os EUA precisam entrar em um novo momento. Em um espírito que foi interpretado como "Era da Responsabilidade", onde não se deve adiar ou deixar de enfrentar decisões difíceis.
O mais doloroso dos desafios que os EUA têm pela frente é um ajuste profundo a ser feito no endividamento das famílias. Juntos, os norte-americanos devem hoje cerca de US$ 20 trilhões em dívidas imobiliárias, de consumo e outras, como créditos à educação de seus filhos.
O valor é uma enormidade: se dividida igualmente entre cada um dos 300 milhões de norte-americanos, levando em conta até os bebezinhos que não sabem nem andar (quanto mais usar um cartão de crédito), a dívida é de US$ 66.600 per capita (R$ 154 mil por cabeça).
Não é à toa que os EUA cresceram tanto nos últimos cinco anos, impulsionados pela concessão irresponsável de crédito por parte dos bancos. Também não admira que esses mesmos bancos agora quebrem em efeito dominó e precisem de ajuda estatal para continuar de pé. As garantias que eles exigiam nas concessões de empréstimos, e o rigor na avaliação dos tomadores, eram totalmente frouxos.
Vinda de Detroit para a posse, a aeromoça da United Airlines Laurie Taylor também diz não ter "nenhum centavo de poupança e um monte de dívidas". Ela é também um exemplo acabado de como a "bolha" imobiliária inflou até explodir.
Endividada "até o pescoço", Laurie comprou quatro imóveis entre 2004 e 2008. Pelo primeiro, tomou um financiamento de US$ 150 mil. Hoje, com o estouro da "bolha", ele vale US$ 20 mil. Pelo último, comprado em 2008, também financiado, pagou US$ 20 mil (há quatro anos, valia US$ 150 mil).
"Agora não sei o que fazer. Não encontro pessoas dispostas a alugar duas das casas, que estão vazias e pendentes de pagamento para os bancos", diz.
É lógico que não podiam acabar bem histórias como a de Laurie, já que não parece razoável que uma simples aeromoça, em um mercado que vem capengando há anos, como o da aviação comercial, tenha encontrado bancos suficientemente impetuosos para lhe fornecer não apenas um, mas quatro financiamentos para comprar quatro imóveis diferentes.
O problema da "Era da Responsabilidade" financeira de Obama é que, seguida à risca, ela tenderá a deprimir ainda mais a atividade econômica, alimentando o ciclo vicioso de menos consumo e crédito, mais desemprego e menos consumo que se instalou na maior economia do mundo.
Talvez seja apenas coincidência, mas a Bolsa de Nova York teve ontem a maior queda da história em um dia de posse presidencial nos EUA. Caiu 4%.
Na posse de Obama, Washington viveu seu grande dia de "Roma moderna". Um tanto decadente, é verdade. Mas a multidão que foi saudar Barack Obama com entusiasmo e os interminaveis desfiles que o pobre presidente suportou não diferiam do que vemos nos filmes de época dos grandes imperadores e reis.
A posse de Obama só mostrou mais uma vez que o espírito humano não muda. É ingênuo e crédulo por natureza em qualquer "salvador da pátria" que se apresente com um verniz mais brilhante e cercado de boas intenções.
OK, Obama é jovem, sereno e inteligente --e substitui Bush, o que já é grande coisa. É também o primeiro negro a ocupar o cargo, e isso merece comemoração, especialmente da maioria negra (foi essa a impressão) que foi ao Washington Mall homenagea-lo.
Mas quando as expectativas são tão imensas, a decepção pode ser ainda maior.
Escrito por Mourão Paiva às 12h04
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Deu no NYTimes
Two Little (Huge) Things Obama Said
By The Editorial Board
There was a lot to reflect on in President Obama's inaugural speech today, but there were two small points that are worth noting, two things that Mr. Obama mentioned that American politicians, especially presidents, never mention: Vietnam and atheism.
To hear most American leaders tell it, the Constitutional freedom of religion allows you to be a Christian, a Jew, a Muslim, a Hindu, a Buddhist, a Christian Scientist, a Sikh - well you get the idea. Basically, a member of any religion. But they never talk about people who do not participate in an organized religion, or are even - gasp! - atheists.
Until today. In talking about defending the American way of life in a frightening world, Mr. Obama said: "We know that our patchwork heritage is a strength, not a weakness. We are a nation of Christians and Muslims, Jews and Hindus, and non-believers."
At another point in his address, the new president was paying homage to our ancestors, "who carried us up the long rugged path towards prosperity and freedom."
"For us," he said, "they fought and died in places like Concord and Gettysburg, Normandy and Khe Sanh."
Khe Sanh? The 1968 battle in Vietnam that was one of the many times the military leadership badly underestimated the power and intentions of the North Vietnamese Army, at great cost in the lives of American Marines?
Military historians still argue about what happened at Khe Sanh, which has become an iconic symbol of the tragic failures of Vietnam. (Go back and listen to Bruce Springsteen's "Born in the USA" for an example of what we mean.)
So why did Mr. Obama mention the battle? Perhaps because it also is a symbol of the courage and self-sacrifice of the Marines, and he wanted to include their service to America in his speech? We're not certain. But it was interesting to note that he stopped there and did not go on to mention, say, Fallujah.
As for his reference to atheists, the answer could be simple: Mr. Obama actually meant it when he said, "On this day, we come to proclaim an end to the petty grievances and false promises, the recrminations and worn-out dogmas that for far too long have strangled our politics."
Escrito por Mourão Paiva às 11h38
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Dez motivos para blogar
Marta Barcellos, no Espuminha de leite.
1. Você pode (quase) tudo. Quando faltar inspiração, escreva uma lista de dez motivos para fazer alguma coisa. No final, acabará se divertindo.
2. É bom ter audiência, mesmo sem fazer idéia de quem são os leitores. Você apenas precisa aprender a lidar com essa relação meio íntima com leitores tão anônimos.
3. Com o tempo você percebe que sobrevive sem comentários. Segundo as estatísticas, apenas 1% dos leitores deixa um. Então pare de implorar pelos comentários dos amigos.
4. Blogar ajuda a organizar as idéias, exercitar a escrita e você ainda corre o risco de escrever algo realmente bom.
5. Amigos distantes, ou distanciados, se sentem próximos ao ler o seu blog. Você não precisa de orkut para se relacionar, e só se expõe se, e o quanto, quiser.
6. Você está deixando um registro histórico, da sua vida ou da sua época, embora isso pareça uma grande pretensão agora.
7. O fato de blog não dar dinheiro não é motivo para parar. Pense bem: você realmente não começou porque havia essa possibilidade.
8. Provavelmente você terá mais leitores do que se publicar um livro.
9. Você pode terminar uma lista de dez com nove itens e nenhum editor vai chamar a sua atenção.
Escrito por Mourão Paiva às 11h30
[]
[envie esta mensagem]
[link]
As mensagens deste tipo não param de chegar
Escrito por Mourão Paiva às 12h18
[]
[envie esta mensagem]
[link]
E gaza continua pegando fogo...

Escrito por Mourão Paiva às 12h39
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Obama continua indo
Segundo o NYT, Obama vai cabar com a prisão de Guantanamo.
Também, de acordo com a geopolítica atual, para que serve aquilo? Convenhamos
Escrito por Mourão Paiva às 12h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Mais momento Esporte
Por Washington (SPFC)
Ao utilizar a expressão "o time a ser batido" para tratar do novo clube, o atacante ex-flu parecia ter afirmado que o São Paulo tem que ser batido.
"É um desafio muito grande, pois é o atual campeão brasileiro. Vai ser um time a ser batido." (Lance)
Resumo da ópera: de qual lado ele está?
Do lado tricolor da força, é claro!
Mas a língua é algo muito interessante!
Escrito por Mourão Paiva às 12h31
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Momento Esporte
Segndo o portal Terra, o jornal The Times teria colocado o meia Hernanes do São Paulo como a grande promessa de 2009.
Até aí, ok, mas o que seguiu a notícia chamou atenção:
Segundo a matéria, o quinto colocado da lista do jornal inglês, Douglas Costa (Grêmio), foi comparado com Anderson (Manchester United) ou Ronaldinho Gaúcho (Milan), mas convenhamos, o que Anderson e Ronaldinho têm em comum?
Aí ficou claro algo: o jogador sai do Brasil, por exemplo como lateral esquerdo, e ,no velho continente, ele se torna o que eles precisam, geralmente volante, vide Lucas, Anderson, Kaká etc.
Escrito por Mourão Paiva às 12h24
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|